Grafeno pode revolucionar o funcionamento de computadores quânticos

Um artigo publicado por cientistas da Finlândia aponta a descoberta de um novo tipo de detector quântico composto de grafeno, que seria capaz de atingir alto grau de medição de radiação, possibilitando maior precisão na leitura de bits quânticos. 


Conhecido como bolômetro, ele é capaz de medir com mais precisão o estado de um ‘qubit’ do que as alternativas anteriores, que dependiam de medições de voltagem e geravam interferências na medição. Uma das dificuldades dos computadores desse tipo é que a sua operação é instável. 


Ainda existem outros desafios para seu funcionamento pleno, todavia, essa nova descoberta pode representar mais um passo para a chegada dos computadores quânticos.


Um computador quântico tira proveito de alguns dos fenômenos quase místicos da mecânica quântica para obter grandes aumentos no poder de processamento. Eles prometem superar até os mais capacitados dos supercomputadores de hoje – e de amanhã. O segredo do poder de um computador quântico está em sua capacidade de gerar e manipular bits quânticos, ou qubits.


Diferente dos computadores de hoje usam bits, os computadores quânticos, usam qubits, que geralmente são partículas subatômicas, como elétrons ou fótons. Gerar e gerenciar qubits é um desafio científico e de engenharia.




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