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19/01 Indústria 4.0: a tecnologia dando origem às fábricas inteligentes

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É nesta década, de 2020 a 2030, que a Indústria 4.0 começa a tomar forma e deve se desenvolver na maioria dos países. O termo, que remete a uma 4ª Revolução Industrial, consiste na integração dos atuais processos de produção com o ambiente virtual, com o uso de tecnologias inovadoras. A tendência é que os processos se tornem cada vez mais ágeis, além de customizáveis e autônomos, características até então complicadas de se aplicar nas plantas industriais. “Não há nenhuma tecnologia nova sendo desenvolvida. As tecnologias que estão sendo utilizadas são as computacionais e de automação que surgiram na 3ª revolução industrial, que ocorreu na década de 90 e início dos anos 2000. O que está acontecendo agora é uma integração dessas tecnologias para que as indústrias possam acessam essas informações e controlar os processos de uma maneira remota. Então toda a integração entre as ITs (Tecnologias da Informação) e as OTs (Tecnologias de Operação) estão se integrando e começando a trabalhar em

GAC Motor revela SUV elétrico que recarrega bateria em 8 minutos

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  Com o passar dos anos, os carros chineses têm evoluído cada vez mais, passando a disputar em condições de igualdade com marcas tradicionais do setor automotivo. Uma prova disso é o GAC Aion LX Plus. Revelado recentemente na China, o SUV elétrico se destaca pelo alcance de até 1.000 km com uma carga completa e pela velocidade de recarga das baterias em incríveis 8 minutos. Desconhecida no Brasil, a Aion é uma marca do grupo chinês GAC Motor, que surgiu em 1997 é atualmente um dos maiores produtores de veículos da China. Além da Aion, que é focada em veículos elétricos, o conglomerado também produz carros a combustão, ônibus, caminhões e veículos comerciais. Na América do Sul, o grupo GAC está presente em países como Chile, Paraguai e Equador. Equipado com baterias de 144,4 kWh com células de grafeno, o GAC Aion LX Plus pode ser recarregado de forma rápida em correntes de até 480 kW de potência. De acordo com a montadora chinesa, o SUV pode ser recarregado de 0 a 80% em apenas 8 minuto

Grafeno: a revolução tecnológica do futuro

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O Grafeno pode ser considerado um material de (quase) 1001 utilidades, tão ou mais revolucionário que o plástico e o silício – este último usado em grande quantidade na fabricação de diversos componentes eletrônicos. Já é conhecido como um dos elementos que vão revolucionar a indústria tecnológica como um todo devido a sua resistência, leveza, transparência e flexibilidade, além de ser um ótimo condutor de eletricidade. Até então, o grafeno era conhecido apenas pela comunidade científica. Mas em 2004 isso mudou, graças aos cientistas Konstantin Novoselovb (russo-britânico) e Andre Geim (russo-holandês), ambos da Universidade de Manchester, na Inglaterra. Na época, os dois resolveram testar o potencial do grafeno como transistor, uma alternativa ao silício usado em semicondutores. Geim e Novoselov continuaram seus estudos melhorando a condutividade do grafeno, tornando-o cada vez mais fino até chegar à espessura de um átomo. Mesmo sendo submetido a esse processo, o material manteve sua

IoT reduz custo de manutenção em até 40% na indústria

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Se não forem bem cuidados, seja em diferentes setores, como mineração, petroquímico, energia, papel, alimentício, farmacêutico, transporte, os altos gastos com manutenção podem prejudicar a lucratividade. Para conseguirem novas maneiras de aumentar a produtividade de suas operações, algumas empresas já começaram a desenhar sua jornada para a Indústria 4.0. Para driblar o alto grau de incerteza do último ano, o baixo crescimento, e outros desafios com matérias-primas, que se tornaram mais caras ou difíceis de obter, as indústrias entenderam que precisavam extrair o máximo valor possível dos seus ativos – que são os bens sobre os quais uma empresa pode ter controle, como ferramentas, máquinas e motores, matéria-prima, equipamentos de TI, entre outros. De acordo com dados da consultoria Mckinsey, manutenção preditiva consegue reduzir o tempo de inatividade das máquinas em até 50% e aumentar a vida útil em 20% a 40%. Segundo dados da consultoria McKinsey, a manutenção preditiva, aprimora

Habitações espaciais poderão ter estruturas à base de grafeno

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De olho na demanda em potencial para assentamentos humanos além da Terra, resultante da cada vez mais crescente exploração do espaço, especialistas da Universidade de Manchester se uniram à companhia de arquitetura global Skidmore, Owings & Merrill (SOM) para desenvolvimento de projetos e fabricação de habitações espaciais. E, para isso, os cientistas farão uso de um dos materiais mais fortes e leves do mundo, e o mais fino que existe, que é 200 vezes mais resistente que o aço e considerado um dos maiores recursos da atualidade para aplicações em alta tecnologia: o grafeno. Em um estudo de colaboração internacional, Vivek Koncherry, pesquisador doutor da Universidade de Manchester, e sua equipe – apoiados pelo Graphene Engineering Innovation Center (GEIC) – estão criando um protótipo em escala de um habitat espacial com vasos pressurizados projetados para funcionar em um ambiente espacial. Arquitetos da SOM, que estão por trás do edifício mais alto do mundo – Burj Khalifa, em Dubai