Pesquisa brasileira cria biotintas com grafeno que regeneram o coração
Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Tiradentes está avançando no uso do grafeno para a criação de biomateriais voltados à recuperação de tecidos cardíacos. O estudo é conduzido pela doutoranda Érika Santos Lisboa, aluna do terceiro ano do Doutorado em Biotecnologia pela Rede Nordeste de Biotecnologia, e investiga o desenvolvimento de biotintas à base de hidrogéis e nanomateriais para bioimpressão 3D de tecidos do coração. A pesquisa conta com a participação do Laboratório de Nanotecnologia e Nanomedicina, do Instituto de Tecnologia e Pesquisa, além de uma colaboração internacional com a University College Dublin, na Irlanda. Parte do trabalho foi realizada durante um doutorado-sanduíche viabilizado pelo Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE), envolvendo ainda o Instituto de Engenharia Nuclear, ligado à Comissão Nacional de Energia Nuclear. O grande diferencial do estudo está no uso de nanopartículas de óxido de grafeno funcionalizado com polifenóis, aplicadas à engenh...