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Dispositivo com grafeno mede o açúcar no sangue sem furar a pele

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A Universidade Técnica Estatal de Novosibirsk, na Rússia, desenvolveu um novo dispositivo que permite medir o nível de açúcar no sangue sem a necessidade de perfurar a pele. Essa inovação representa um avanço significativo na forma como a glicose é monitorada, especialmente para pessoas com diabetes. O projeto, que inclui um programa multiplataforma, visa fornecer resultados rápidos e precisos. O medidor de glicose é composto por um sensor de grafeno, um circuito de medição e um microcontrolador, tudo integrado em um estojo adesivo que é colocado nas costas do usuário. O dispositivo consegue medir a quantidade de açúcar no suor em poucos minutos, utilizando eletrodos de grafeno induzido a laser. Esse método eletroquímico é uma abordagem inovadora para a monitoração da glicose, eliminando a dor associada aos métodos tradicionais. Um dos principais benefícios do novo dispositivo é seu funcionamento em múltiplas plataformas. O algoritmo de calibração foi projetado para operar em computado...

Baterias de grafeno surgem como revolução no mercado global

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As baterias de grafeno estão emergindo como uma das tecnologias mais aguardadas no setor de inovação, com potencial para redefinir o mercado de dispositivos eletrônicos e veículos elétricos. Reconhecidas por sua capacidade de recarga ultrarrápida, alta densidade energética e vida útil ampliada, essas baterias prometem superar as limitações das tradicionais de íon-lítio. A redução de aquecimento e o aumento nos ciclos de carga têm despertado interesse de indústrias e centros de pesquisa em escala global, posicionando o grafeno como um material estratégico para o futuro da energia portátil. Desde os primeiros protótipos desenvolvidos por volta de 2015, a tecnologia avançou significativamente. As baterias de grafeno já começam a aparecer no mercado, ainda que muitas vezes em formatos híbridos, combinadas com outros materiais. Embora a produção em massa de baterias de grafeno puro ainda enfrente desafios técnicos e econômicos, a escalada na fabricação tem contribuído para a redução de cust...

Nano-aquário criado com grafeno permite filmar átomos ao vivo

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A ciência acaba de alcançar um marco histórico com a criação de nano-aquários de grafeno, permitindo a observação inédita da dinâmica atômica em tempo real. Esta inovação rompe barreiras tecnológicas que limitavam nossa visão do mundo microscópico, transformando a maneira como compreendemos a matéria em seu estado mais fundamental. Entenda como os nano-aquários de grafeno estão revolucionando a química moderna e abrindo portas para descobertas antes impossíveis. De acordo com um estudo publicado na revista Science, pesquisadores da Universidade de Manchester desenvolveram uma técnica que utiliza camadas de grafeno para aprisionar líquidos em nano-escala. Esta estrutura isola a amostra do vácuo extremo necessário para o funcionamento dos microscópios eletrônicos, mantendo o ambiente fluido estável. O grafeno atua como uma janela transparente para os elétrons, sendo simultaneamente forte o suficiente para suportar a diferença de pressão e fino o suficiente para não obstruir a visão. Esse...

Novo chip de grafeno sobrevive a 700°C e pode mudar a IA para sempre

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Pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia acreditam ter encontrado uma maneira de superar um limite importante na eletrônica para diferentes áreas: Quando a temperatura sobe acima de cerca de 200 °C, a maioria dos dispositivos começa a quebrar. Em um estudo publicado em 26 de março de 2026 ciênciaJoshua Yang, professor de engenharia elétrica e de computação na Escola de Engenharia Viterbi da USC e no Departamento Ming Hsieh da Escola de Computação Avançada da USC, Arthur B. Uma equipe liderada pela Cátedra Freeman, revelou um novo tipo de dispositivo de memória que opera em temperaturas de até 700 graus Celsius (~1300 graus). Esta temperatura excede a da lava derretida e é muito mais elevada do que qualquer outra alcançada anteriormente para esta classe de tecnologia. O dispositivo não apresentava sinais de falha. Na verdade, 700 graus era apenas o máximo que seu equipamento poderia testar. O novo dispositivo é conhecido como memristor, um componente em nanoescala que pode arm...

Grafeno multiescala pode revolucionar baterias de veículos elétricos

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A evolução das tecnologias de armazenamento de energia ganhou um novo impulso com avanços no uso do grafeno como material funcional. Pesquisadores desenvolveram o óxido de grafeno reduzido multiescala (M-rGO), uma abordagem inovadora que supera limitações históricas das baterias e dos supercapacitores tradicionais, abrindo caminho para sistemas mais rápidos, eficientes e compactos. Embora o grafeno seja amplamente reconhecido por sua alta condutividade elétrica e grande área de superfície, sua aplicação prática no armazenamento de energia sempre enfrentou um desafio crítico: o empilhamento de suas folhas, que reduz o espaço disponível para a movimentação dos íons e compromete o desempenho. O M-rGO contorna esse obstáculo ao criar estruturas tridimensionais curvadas e interconectadas, mantendo canais abertos para o fluxo iônico e ampliando significativamente a capacidade de armazenamento de carga. Essa arquitetura multiescala permite combinar alta densidade de energia com elevada densid...