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Pesquisa brasileira cria biotintas com grafeno que regeneram o coração

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Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Tiradentes está avançando no uso do grafeno para a criação de biomateriais voltados à recuperação de tecidos cardíacos. O estudo é conduzido pela doutoranda Érika Santos Lisboa, aluna do terceiro ano do Doutorado em Biotecnologia pela Rede Nordeste de Biotecnologia, e investiga o desenvolvimento de biotintas à base de hidrogéis e nanomateriais para bioimpressão 3D de tecidos do coração. A pesquisa conta com a participação do Laboratório de Nanotecnologia e Nanomedicina, do Instituto de Tecnologia e Pesquisa, além de uma colaboração internacional com a University College Dublin, na Irlanda. Parte do trabalho foi realizada durante um doutorado-sanduíche viabilizado pelo Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE), envolvendo ainda o Instituto de Engenharia Nuclear, ligado à Comissão Nacional de Energia Nuclear. O grande diferencial do estudo está no uso de nanopartículas de óxido de grafeno funcionalizado com polifenóis, aplicadas à engenh...

Cientistas fazem objeto viajar entre dimensões com uso de grafeno

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Pesquisadores da Nanjing University, ShanghaiTech University e Southern University of Science and Technology, na China, identificaram um comportamento inédito em um tipo específico de grafeno multicamadas, revelando uma nova categoria de material descrita como “transdimensional”. A descoberta ocorreu durante estudos sobre o Efeito Hall Anômalo, fenômeno físico relacionado ao desvio da eletricidade dentro de materiais por influência de propriedades magnéticas internas. O diferencial observado pelos cientistas foi que, em camadas de grafeno com espessura entre 2 e 5 nanômetros, o material apresentou um comportamento intermediário entre estados bidimensionais (2D) e tridimensionais (3D). Segundo os pesquisadores, essa condição permite que os elétrons se movimentem de forma coordenada tanto dentro das camadas quanto entre elas, criando propriedades magnéticas e elétricas mais complexas do que as já documentadas até hoje. O comportamento foi observado apenas em espessuras específicas do mat...

Dispositivo com grafeno mede o açúcar no sangue sem furar a pele

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A Universidade Técnica Estatal de Novosibirsk, na Rússia, desenvolveu um novo dispositivo que permite medir o nível de açúcar no sangue sem a necessidade de perfurar a pele. Essa inovação representa um avanço significativo na forma como a glicose é monitorada, especialmente para pessoas com diabetes. O projeto, que inclui um programa multiplataforma, visa fornecer resultados rápidos e precisos. O medidor de glicose é composto por um sensor de grafeno, um circuito de medição e um microcontrolador, tudo integrado em um estojo adesivo que é colocado nas costas do usuário. O dispositivo consegue medir a quantidade de açúcar no suor em poucos minutos, utilizando eletrodos de grafeno induzido a laser. Esse método eletroquímico é uma abordagem inovadora para a monitoração da glicose, eliminando a dor associada aos métodos tradicionais. Um dos principais benefícios do novo dispositivo é seu funcionamento em múltiplas plataformas. O algoritmo de calibração foi projetado para operar em computado...

Baterias de grafeno surgem como revolução no mercado global

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As baterias de grafeno estão emergindo como uma das tecnologias mais aguardadas no setor de inovação, com potencial para redefinir o mercado de dispositivos eletrônicos e veículos elétricos. Reconhecidas por sua capacidade de recarga ultrarrápida, alta densidade energética e vida útil ampliada, essas baterias prometem superar as limitações das tradicionais de íon-lítio. A redução de aquecimento e o aumento nos ciclos de carga têm despertado interesse de indústrias e centros de pesquisa em escala global, posicionando o grafeno como um material estratégico para o futuro da energia portátil. Desde os primeiros protótipos desenvolvidos por volta de 2015, a tecnologia avançou significativamente. As baterias de grafeno já começam a aparecer no mercado, ainda que muitas vezes em formatos híbridos, combinadas com outros materiais. Embora a produção em massa de baterias de grafeno puro ainda enfrente desafios técnicos e econômicos, a escalada na fabricação tem contribuído para a redução de cust...

Nano-aquário criado com grafeno permite filmar átomos ao vivo

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A ciência acaba de alcançar um marco histórico com a criação de nano-aquários de grafeno, permitindo a observação inédita da dinâmica atômica em tempo real. Esta inovação rompe barreiras tecnológicas que limitavam nossa visão do mundo microscópico, transformando a maneira como compreendemos a matéria em seu estado mais fundamental. Entenda como os nano-aquários de grafeno estão revolucionando a química moderna e abrindo portas para descobertas antes impossíveis. De acordo com um estudo publicado na revista Science, pesquisadores da Universidade de Manchester desenvolveram uma técnica que utiliza camadas de grafeno para aprisionar líquidos em nano-escala. Esta estrutura isola a amostra do vácuo extremo necessário para o funcionamento dos microscópios eletrônicos, mantendo o ambiente fluido estável. O grafeno atua como uma janela transparente para os elétrons, sendo simultaneamente forte o suficiente para suportar a diferença de pressão e fino o suficiente para não obstruir a visão. Esse...