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Indústria 4.0 está entre as prioridades do setor na retomada pós-pandemia, aponta estudo

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 O relatório da KPMG traz informações relevantes e um balanço sobre como as empresas vêm respondendo aos desdobramentos desde o início da crise, indicando quatro padrões de retomada para os setores. A KPMG realizou um levantamento analisando os quatro padrões de retomada dos 40 principais setores da economia brasileira após um ano de início da pandemia da covid-19. Segundo estudo, a Indústria mantém o estágio “transformar para reemergir” com perspectivas positivas para um “retorno ao normal”. Conforme também indicam diversos estudos setoriais da CNI e do Banco Central, há uma clara evolução de diversos índices como: utilização, horas trabalhadas, emprego, mas ainda não tendo retomado, por exemplo, os mesmos níveis de lucratividade em função do aumento significativo dos custos da matéria-prima. Por outro lado, para o setor de commodities a performance financeira está em um momento espetacular. De acordo com o conteúdo, o setor da Indústria está enfrentando no momento as seguintes tendên

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações institui o programa InovaGrafeno

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 O MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações instituiu o Programa de Inovação em Grafeno, o  InovaGrafeno-MCTI,  por meio da Portaria n° 4.964, publicada na segunda-feira (12), no Diário Oficial da União. O documento foi assinado no dia 09/07, em evento realizado na maior fábrica de grafeno da América Latina localizada na Universidade de Caxias do Sul (UCS), com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro e o ministro astronauta Marcos Pontes. O InovaGrafeno-MCTI é um dos programas estratégicos e estruturantes da Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia (IBN) e funcionará como vetor nacional para o desenvolvimento do grafeno e da próxima geração dos materiais 2D à base de carbono. De acordo com a portaria, o objetivo do programa é criar, integrar e fortalecer as ações governamentais na temática do grafeno e dos materiais 2D à base de carbono, promovendo a inovação na indústria brasileira a fim de assegurar a autonomia tecnológica em setores de alta tecnologia. A por

Projeto quer criar o Vale do Grafeno e Nióbio em Caxias do Sul

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A Universidade de Caxias do Sul (UCS), pode se transformar em uma espécie de Vale do Silício brasileiro.  Um projeto do deputado federal Giovani Cherini (PL), apresentado nesta semana, denomina a Unidade de Inovação e Tecnológica da UCS como Vale do Grafeno e Nióbio. A proposta foi construída a partir de conversas com a universidade e promete ajudar a planta de grafeno da UCS a se desenvolver ainda mais. Por isso, a presença do presidente Bolsonaro na UCSGraphene e na 1ª Feira Brasileira de Grafeno pode impulsionar o projeto que, por sua vez, pode garantir incentivos para a fábrica da UCS. Para Cherini, se o Vale do Grafeno e Nióbio for instalado, haverá um "boom" na Serra. A proposta foi protocolada na quinta-feira (8), véspera da visita de Bolsonaro à Serra.  Na última sexta, houve assinatura de um convênio entre a Universidade de Caxias do Sul e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) em apoio ao projeto "Desenvolvimento de nanocompósitos poliméricos contendo gra

1ª Feira Brasileira do Grafeno

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Estamos participando da realização da 1ª Feira Brasileira do Grafeno. Conheça o material que está revolucionando a indústria mundial! A visitação para o público ocorre de 12 a 16 de julho, das 14h às 20h, no Ginásio 1 da Vila Poliesportiva, na Universidade de Caxias do Sul. Aproveite a oportunidade e venha conhecer o material que está revolucionando a indústria mundial, de 9 a 16 de julho, na Universidade de Caxias do Sul, a 1ª Feira Brasileira do Grafeno, uma iniciativa da FUCS, UCS, UCSGRAPHENE, ZEXTECNANO e MCTI. O grafeno é considerado um dos materiais mais forte e leve do mundo, tido como 200 vezes mais resistente que o aço, material mais fino que existe, entre outras propriedades. Conheça um pouco das indústrias e produtos que já utilizam este material. A UCSGRAPHENE, maior planta de produção de grafeno da América Latina, em operação desde abril de 2020, atua na prestação de serviços tecnológicos inovadores voltados a produção, caracterização e aplicação de grafeno e/ou seus deri

Grafeno permite discos rígidos armazenarem dez vezes mais dados

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Pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, descobriram um novo uso para o grafeno: revestir os “pratos” que armazenam os dados em discos rígidos, aumentando sua capacidade de armazenamento em dez vezes, se comparado aos HDs com tecnologia atual. Os HDs são compostos pelos pratos, que armazenam os dados, e uma ou mais cabeças responsáveis por sua leitura ou gravação. Os pratos são protegidos por um revestimento à base de carbono (COC – Carbon Based Overcoat) para protegê-los de danos mecânicos e corrosão. Reduzir a distância entre as cabeças e a superfície do disco é uma das formas de aumentar sua capacidade sem aumentar seu tamanho físico, e diminuir a espessura dessa camada protetora é uma das formas de conseguir isto. Foi o que os pesquisadores fizeram usando o grafeno. Eles substituíram as camadas de carbono comerciais por quatro camadas de grafeno e testaram atrito, desgaste, corrosão, estabilidade térmica e a compatibilidade do lubrificante. Apesar de muito mais fi